Escola de Infantes e Cadetes

Os Bombeiros Voluntários de Guimarães desejam criar uma Escola de Infantes e Cadetes, destinada a crianças e jovens entre os 10 e os 16 anos de idade. O novo projeto contempla 25 vagas, e as inscrições estão abertas até ao dia 1 de setembro. As inscrições deverão ser feitas presencialmente no quartel, contudo poderá ser feita uma pré-inscrição através do link:

https://forms.gle/v92y95JPYpFEBe2m6

Este novo projeto dos Bombeiros Voluntários de Guimarães «surge de forma natural e consequente com a elevada procura que temos registado nas atividades dos chamados ‘bombeirinhos’, o que demonstra o entusiasmo e o interesse das famílias e das crianças em integrar este universo. Entendemos que essa adesão espontânea reforça a pertinência da criação de uma estrutura mais estável e organizada que canalize essa motivação e a transforme num verdadeiro percurso de aprendizagem e crescimento das crianças e jovens», suporta o presidente da direção, João Pedro Castro.

Assim, a criação da Escola de Infantes e Cadetes dos Bombeiros Voluntários de Guimarães representa «um passo fundamental» no fortalecimento do envolvimento cívico e comunitário das novas gerações. A nova oferta «tem como missão formar crianças/jovens conscientes, responsáveis e comprometidos com os valores da cidadania, solidariedade e serviço à comunidade, promovendo, desde cedo, o espírito de entreajuda, disciplina, respeito e liderança», aponta o comandante Luís Andrade.

Desta forma, será estruturado um plano anual para cada curso e a nova Escola de Infantes e Cadetes dos Bombeiros Voluntários de Guimarães propõe-se a desenvolver competências pessoais, sociais e técnicas junto das crianças/jovens do concelho, através de atividades formativas, práticas e lúdicas, enquadradas por um corpo técnico qualificado e comprometido.

Este projeto é também «de extrema relevância para a corporação, pois permite assegurar a continuidade geracional, despertar vocações e promover o sentimento de pertença à instituição», considera João Pedro Castro, acrescentando que, «através da integração progressiva dos mais jovens nas dinâmicas da associação, reforça-se o futuro da corporação com elementos motivados e formados desde tenra idade nos valores que regem a nossa missão».

A criação da Escola de Infantes e Cadetes é, portanto, um contributo dos Bombeiros Voluntários de Guimarães no investimento da formação de cidadãos ativos e conscientes, e um sinal claro do compromisso da instituição com o futuro da comunidade e da sua própria sustentabilidade, «contamos com a adesão de todos e teremos a colaboração de uma equipa dedicada ao acompanhamento das várias atividades que iremos realizar ao longo do ano com as crianças e jovens, num projeto que terá o apoio de toda a corporação», conclui o comandante Luís Andrade.

Jornadas Nacionais dos Bombeiros 🧑‍🚒

Guimarães, Berço da Nação Portuguesa e que tem a capacidade inata de receber, terá de 23 e 25 de maio, as Jornadas Nacionais dos Bombeiros para enaltecer o papel imprescindível dos bombeiros na sociedade.
Contamos consigo!
🎥 Imagem Curiosa e  Pedro Cunha

Curso de Intervenção em Emergências no Património Histórico

A Escola Nacional de Bombeiros, convidou o nosso Chefe Vero Melo, que também é formador na mesma, para o Curso de Intervenção em Emergências no Património Histórico, ministrado pela Fundación Fuego numa parceria entre a Universidade de Coimbra e o Serviço Municipal de Proteção Civil de Coimbra, sendo o Simulacro final na Biblioteca Joanina.

A conservação do património cultural já não pode ser concebida apenas como ciência que remedia os danos que o tempo produz nos bens culturais através de uma série de intervenções preventivas de conservação ou restauro. No mundo de hoje, a proteção do património deve ter em conta perigos maiores, pois a realidade atual é marcada por acontecimentos trágicos que ocorrem subitamente, tanto catástrofes naturais (erupções vulcânicas, sismos, tsunamis, furacões, inundações, etc.) como desastres produzidos por causas antrópicas (conflitos, grupos armados, atos de vandalismo, ameaças terroristas, incêndios criminosos, etc.).

O tempo destrói lentamente, mas o homem e a natureza fazem-no rapidamente e sem aviso prévio. Proteger o património significa agora também estar preparado para o defender, consolidar e recuperá-lo perante catástrofes e desastres. Não só porque é a nossa identidade cultural e é parte indissociável da nossa vida, mas também porque é fonte de recursos e um motor de desenvolvimento para o futuro.

 

Embora as catástrofes e os desastres não possam geralmente ser previstos, podem ser estabelecidas precauções, protocolos de atuação e equipamentos especializados para agir rapidamente quando as circunstâncias o exigirem. Estar preparado para as emergências é a forma de garantir que o seu impacto é muito menor, a suas consequências menos destrutivas e a recuperação muito mais viável.

Tendo em conta a experiência de emergências mais ou menos recentes ocorridas produzidos no conjunto do Património Histórico, e de acordo com as conclusões.

Como reflexão devemos olhar para todo o nosso património, numa vertente preventiva, não podemos esperar que algo aconteça para tomar medidas, em termos gerais há todo um património cultural irrecuperável, que temos que olhar para ele e pensar, – como o proteger em caso de alguma emergência inundação/cheia incêndio, temos que assumir que isso pode acontecer. E a acontecer que estejamos todos preparados, funcionários do Património, Bombeiros, SMPC, Autoridades Policiais, precisamos de rotinas procedimentos colaboração, pois todos juntos somos poucos no que toca a proteger a nossa historia.

Guimarães como Berço de Portugal, e toda a herança tem de ser protegida com todas as ferramentas que possamos ter ao nosso dispor.

A TERRA TREME 2024 – Exercício Público de Sensibilização para o Risco Sísmico

A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) promove no próximo dia 5 de novembro, às 11:05 horas, a 12.ª Edição do Exercício Público de Sensibilização para o Risco Sísmico – A TERRA TREME.

A TERRA TREME visa capacitar a população para saber como agir em caso de sismo, sensibilizando o cidadão para o facto de viver numa sociedade de risco, e desafiando-o a envolver-se no processo de construção de comunidades mais seguras e resilientes.